sábado, 22 de junho de 2013

Fósseis de dinossauros relativamente completos são bastante raros. Além disso, fósseis em que os ossos são essencialmente preservados em disposição apropriada (chamados de fósseis totalmente articulados) são ainda mais raros. No entanto, entre esses fósseis raros, totalmente articulados, existe uma característica comum:a cabeça é frequentemente lançada para trás, e o pescoço curvado, como mostrado no fóssil acima. Isso é tão comum que tem seu próprio termo científico: é a chamada postura opistotônica. Por ser tão comum entre fósseis de dinossauros, tem sido reconhecida há muito tempo. Na verdade, a primeira referência a ela na literatura científica pode ser atribuída a um jornal alemão que foi escrito por A. Wagner por volta de 1859.[1] Desde então, os paleontólogos têm tentado descobrir o que causa essa “pose da morte” incomum.

Essa investigação gerou muita especulação, mas, por fim, um estudo publicado em 2007 aparentemente teria resolvido a questão. Foi feito por uma veterinária,  Dra. Cynthia Marshall Faux, e um paleontólogo de vertebrados, Dr. Kevin Padian. De fato, parece uma equipe perfeita para descobrir o que estaria acontecendo. A veterinária entenderia as várias características fisiológicas e anatômicas dos vertebrados vivos e como elas mudariam durante o processo de morte, e o paleontólogo, os detalhes sobre o processo de fossilização. A conclusão deles foi:[2]

“Não se trata de contração postmortem, mas espasmos musculares perimortem resultantes de várias aflições do sistema nervoso central que causam essas posturas extremas.”

Assim, de acordo com Faux e Padian, a postura opistotônica ocorre em ou perto do momento da morte (perimortem) devido a problemas relacionados ao sistema nervoso central. Não tem nada a ver com o que acontece após a morte (postmortem). O estudo teve ampla divulgação na imprensa e foi considerado por alguns como a palavra final sobre o assunto.

Isso, até o ano passado. Em novembro de 2011, Alicia Cutler relatouos resultados de experimentos em que ela usou galinhas mortas para estudar os efeitos de diversas condiçõespostmortem sobre a postura de restos esqueléticos. Ela descobriu que, quando galinhas mortas eram colocadas na areia, realmente nada acontecia com a postura de seus esqueletos. No entanto, quando galinhas mortas foram imersas em água doce, elas entraram na postura opistotônica em questão de segundos. Isso indica que a “pose da morte” de dinossauros fósseis pode ser o resultado de exposição postmortem à água. Eu vi a notícia linkada acima não muito tempo depois que ela saiu, mas decidi não escrever sobre isso, pois os resultados foram apresentados em uma reunião. Eu geralmente gosto de ter um paper para ler antes de comentar sobre os estudos que foram feitos.

Bem, tanto quanto eu saiba, Cutler não escreveu um artigo sobre seus resultados, mas o sedimentologista Dr. Achim Reisdorf e o paleontólogo Dr. Michael Wuttke escreveram. Eles escreveram um documento circunstanciado sobre todo o trabalho que tem sido feito em relação a essa questão, bem como sobre suas próprias experiências e investigações. Eles chegam a uma conclusão muito semelhante à de Cutler.

Em seu estudo, eles examinam dois fósseis muito bem preservados que apresentaram a postura opistotônica e decidem que o que veem não pode ser reconciliado com as conclusões de Faux e Padian. No entanto, essa análise contém muita especulação, o que os autores admitem. Para mim, o aspecto mais convincente de seu estudo é que eles realizaram experiências semelhantes, mas mais detalhadas, do que aquelas feitas por Cutler, enquanto continuam a dar crédito a Cutler pelo seu trabalho. Eles confirmam que, quando galinhas mortas são colocadas na água, elas rapidamente atingem a postura opistotônica, e eles ainda demonstram os detalhes anatômicos a respeito de por que isso acontece. Eles também confirmam que esses mesmos detalhes anatômicos são vistos nos dinossauros que são normalmente encontrados na postura opistotônica.

No fim, eles concluem:[3]

“Do que foi apresentado acima, pode-se concluir que a formação da ‘postura opistotônica’ em carcaças de répteis de pescoço longo e cauda longa depositadas subaquaticamente é o resultado de um processo post-mortem... essa postura deve ser vista como um fenômeno normal que ocorre durante a incorporação gradual e subaquática desses tipos de carcaças.”

Em outras palavras, agora, o fato de que tantos fósseis de dinossauros articulados são encontrados na postura opistotônica é provavelmente relacionado com alteraçõespostmortem específicas que ocorrem como resultado de terem sido enterrados em sedimentos aquosos. Claro, isso se encaixa perfeitamente com a ideia de que esses fósseis de dinossauros são o resultado das ações de um dilúvio universal.

(Dr. Jay L. Wile [Proslogion], via Ler Para Crer)

Referências:

1. Wagner A, “Über einige, im lithographischen Schiefer neu aufgefundene Schildkröten und Saurier,” Gelehrte Anz königl Bayer Akad Wiss 69:1-69, 1859.
2. Faux CM, Padian K, “The opisthotonic posture of vertebrate skeletons: post-mortem contraction or death throes?,” Paleobiolology 33:201–226, 2007.
3. Achim G. Reisdorf and Michael Wuttke, “Re-evaluating Moodie’s Opisthotonic-Posture Hypothesis in Fossil Vertebrates Part I: Reptiles – the taphonomy of the bipedal dinosaurs Compsognathus longipes and Juravenator starki from the Solnhofen Archipelago (Jurassic, Germany),” Palaeobiodiversity and Palaeoenvironments 92:119-168, 2012.

fonte: Michelson Borges - criacionismo.com.br

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Manifestações Públicas têm Trazido Mudança Real?

Na história da humanidade, detrás de uma aparente ideologia de libertação e justiça humana, sempre se encontra a destruição do bem e do direito. É isso que se constata ao se analisar cada revolução encabeçada por aqueles que pretendiam servir o povo, instalarem o “Governo do Povo”.
Tendo em vista, segundo alguns, que a análise de determinada situação pode sofrer prejuízo, se não for vivenciada, na verdade, se obtêm uma vantagem ao verificar os fatos apurados pela história sob uma visão global dos acontecimentos. Segundo Platão, “O homem inteligente aprende com seus próprios sofrimentos; o homem sábio aprende com os sofrimentos alheios”. A história e a experiência podem, sim, proporcionar uma visão confiável daquilo que não se sente na pele. Na história da humanidade o povo tem experimentado, mas não percebido o que realmente lhe acontece.

Vejamos alguns exemplos daquilo que se pretendia de imediato, que com o desenrolar dos fatos não se alcançou, mas se transformou no oposto das intenções de liberdade e justiça prometidas às grandes massas:
A grande nação chinesa passou por muitos movimentos e conflitos, internos e externos, e desde o início do século XIX, nos momentos antecedentes à Revolução Chinesa, iniciou-se ações, de momento, como as inglesas e a instauração da Companhia das Índias Ocidentais favorecendo uma estrutura em busca de alguns objetivos, mas não os de auxilio ao povo, que mais tarde tem a participação do Japão, da antiga URSS, e até EUA. A partir daí (é claro que se trata de uma história mais recente da China), desenrola-se a busca pelo principal alvo – aquele de enriquecer explorando o potencial de territórios alheios e às vidas ali existentes, que se iniciou desde que o mundo é mundo, que se intensificou com o mercantilismo do século XIV, passando ao imperialismo – do qual a China é uma das vítimas, que culmina com o capitalismo atual. Nunca é demais lembrar que o custo desses movimentos exploratórios sempre foi milhares de vidas ceifadas; e em alguns casos povos inteiros, sob o uso desonesto das forças populares.

Essa história não é só da China, de Mao-Tse-Tung que se intitulava “O Grande Timoneiro” e seus partidários que continuam a sustentar que ele foi responsável por uma série de mudanças positivas que vieram à China durante seu governo de três décadas. Estas incluíram a duplicação da população escolar, proporcionando a habitação universal, abolindo o desemprego e a inflação, aumentando o acesso dos cuidados a saúde, e elevando drasticamente a expectativa de vida (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre); mas que fazem vista grossa para a opressão causada pelo regime comunista. No caso da China, ainda hoje é fechada; embora tenha certa abertura ao mercado e a outras culturas, é controlada em tempos atuais com mão de ferro ao ponto de limitar o acesso ao Google e Facebook, para ter uma ideia. Esse é o resultado que se tem!

Se o pano de fundo sempre foi exploração dos mais “fracos” por partes dos mais “fortes”, por outro lado, historicamente, os líderes que pretendiam mudar tal realidade de seu povo explorado não puderam constatar posteriormente os resultados de suas ações, mesmo assim usaram seu povo para alcançar suas próprias intenções, e é claro que alguns tiveram sinceridade em seus feitos, contudo não alcançaram o pretendido. Portanto, são responsáveis. Conquanto, as gerações futuras têm condições e a obrigação de analisar os fatos a fim de não incorrer nos abusos do passado. Enquanto defendiam políticas populares e distribuíam terras aos mais pobres, ditadores conquistavam o apoio do povo; a mesma gente que mais tarde se via oprimida e controlada pelos seus pretensos libertadores, e nem se quer deu conta de que eram usados para certos fins egoístas e pessoais.

Essa história também é da URSS, de Lênin e Stalin; como também de Cuba, de Fidel Castro – de medicina de admirada e educação priorizada, mas de um povo desigual e oprimido; da Alemanha liderada por Hitler e seus assassinatos em massa, tudo em nome de uma nação superior livre do Ocidente capitalista; da América Latina e seus revolucionários, Lampiões e “Robin Hoods”, foras da lei e justiceiros. Na verdade, pouco conseguiram mudar.

O que se pretende aqui não é afirmar que o governo não deva ser para o povo, que a Educação, ou a Saúde, ou qualquer outro setor não precise de investimentos pesados. A proposta é analisar e entender o que se mistura aos ideais e o que os manipula gerando um resultado oposto ao que se usa como pretexto.

Veja-se a Ditadura no Brasil. Quem é a favor da Ditadura no Brasil? Acho que ninguém em sã consciência a desejaria de volta. Mas, apesar do que ela significou de fato, também encontramos alguns fatos positivos. Foi nesse período que as primeiras hidrelétricas foram instaladas, as extensas rodovias como a Transamazônica, embora inacabada na região Norte, que corta 7 estados brasileiros - Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas - pode ser vista da lua, no meio da maior floresta tropical do mundo e ferrovias foram aprontadas, o que facilitou o transporte entre estados, sem esquecer das indústrias pioneiras, a instituição do Congresso (Goulart), entre outras coisas como fechar as portas do País para o comunismo cubano. Contudo, tal regime político foi marcado pelos AIs (Atos Inconstitucionais), censura, assassinato, e outros crimes contra o povo. Mas até a cruel ditadura no Brasil tem coisas boas.

O fato é que se usa, historicamente, por parte dos manipuladores o “bom” como justificativa para o “mal”. Não é necessário esforço para lembrar os argumentos Norte-Americanos para invadir o Kuwait, por exemplo. O pretexto era libertar o povo da opressão de Saddan Russein, mas o que se percebe no final é o interesse pelo petróleo daquela região e, de uma forma mais profunda, enraizar o capitalismo no Oriente; ou ainda, iremos apagar dos registros da história o famoso “pão e circo” de Roma, que distribuía vinho e pão aos expectadores de milhares que eram crucificados e atirados às feras para fazer a população esquecer que vivia sofrida e sugada, para custear a luxúria dos governantes.

O que dizer então das revoluções Francesa e Industrial? Enquanto esta última proporcionou avanço tecnológico ao ponto de fazer surgir inúmeras invenções, mudança na cultura e na sociedade, no fim favoreceu o enriquecimento de poucos e o empobrecimento de muitos através de um aprofundamento nas diferenças de classes. Tem benefícios, mas esses se tornam menos úteis face à desvalorização das pessoas. Já a primeira, foi talvez a mais falsa intenção ideológica de todas em relação ao que se prometeu e não se colheu. Trouxe muitas mudanças que inclusive se ramificaram influenciando todo o mundo. Tal movimento aniquilou a servidão e os direitos feudais e proclamou os direitos universais “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, que fundamentam as Leis em quase todos os países do globo. O Iluminismo de Voltaire, Diderot, Montesquieu, John Locke, Immanuel Kant e outros, sem dúvida combateu o absolutismo a Monarquia e defendeu uma liberdade, mas que em tempos atuais serve de base para defesa do direito de alguns e desrespeito ao direito de outros. Por exemplo, independentemente da discussão sobre o certo e o errado, no caso da união entre pessoas do mesmo sexo, certamente os que desejam ter esse direito de fato o têm; que lutem por ele, isso não quer dizer que estejam com a razão, mas têm o direito de lutarem pelo que desejam; contudo, no tocante aos que discordam, não podem ser impedidos de dizerem o que pensam sobre o assunto. Se há liberdade de expressão, com bases iluministas e de Leis, por que não se pode discordar? Por que não se pode opinar? Será que o resultado da liberdade é só para alguns, ou ela é usada para alguns fins e outros não? O fato de opinar, mesmo que esteja exercendo o respeito ao ser humano, faz de alguém com outro ponto de vista um “homofóbico”? E isso não é só com esse assunto.

Poderíamos passar uma vida argumentando, mas permitam-me apenas mais um exemplo:
O que se passa com esse movimento nas ruas do Brasil? O que pretendem os manifestantes? Defendem o quê? Quem são esses que estão nas ruas?

A história do País mostra que mesmo quando o povo foi às ruas lutar pelas “diretas já” e conseguiram o direito ao voto direto, nossa geração tem vivido o “voto de cabresto” disfarçado. Aquele que é de direito, mas não se sabe o que fazer com ele. A estratégia continua igual a anterior, só que hoje a manipulação é direcionada ao povo. Como ele não recebe educação; quando não recebe saúde; não recebe justos salários; quando não estão empregados, sonham com mudança. Como não estão preparados para ela, e como fazê-la, vendem-se à falsa esperança! Quando pediram o impeachment de Collor, foram às ruas, e acreditaram que algo havia mudado, mas os anos seguintes mostraram que a corrupção não tinha acabado e que a educação não melhorou grande coisa, o mesmo se deu na saúde. No fim, viram-se manobrados. Falsa esperança! Essa é a manipulação de massa. Apresenta-se o que é desejado, promete-o, propaga-o, mas no fim não o dá. O resultado é o surgimento de novas esperanças que também não são supridas; vira uma grande roda gigante!

Novamente estão nas ruas. O que mudará? Segundo a análise da Dra. Denise Paiero, atuante no Núcleo de Estudos de Gênero/Raça e Etnia – GERE – Mackenzie, e no Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da mídia – PUC/SP (estudante), não há garantias disso:
“A manifestação é pacífica embora existam alguns que não estão lá para protestar... Essa é uma geração que cresceu atrás do computador e descobriu, de repende, que as ruas têm força, é um modo de se mostrar... É um movimento apartidário... mas para onde eles vão depois? Eles foram às ruas, e agora? O que se faz com isso? Qual a direção? Eles não têm uma unidade a respeito do que estão protestando. Levam cartolinas e escrevem coisas nelas na hora... O perigo é que uma multidão sem direção pode ser usada como massa de manobra...” (Band News) 19/06/2103, às 18:29.

É preciso uma reflexão. Alguém pode dizer:

"o verdadeiro conhecimento coloca os homens acima de toda a lei", que "todos os pecados cometidos são inocentes", pois "o que quer que seja, está certo", e "Deus não condena".
Assim, declara ele a todos os homens: "Não importa o que façais; o Céu é vosso lar vivei como vos aprouver." Multidões são levadas assim a crer que o desejo é a lei mais elevada, a libertinagem é liberdade, e que o homem é apenas responsável a si mesmo. 
Com tal ensino dado logo ao princípio da vida, quando os impulsos são os mais fortes, e mais urgente a necessidade de restrição própria e pureza, onde está a salvaguarda da virtude? O que deverá impedir que o mundo se torne uma segunda Sodoma? {Ed 228.1}

Ao mesmo tempo a anarquia procura varrer todas as leis, não somente as divinas mas também as humanas. A centralização da riqueza e poder; vastas coligações para enriquecerem os poucos que nelas tomam parte, a expensas de muitos; as combinações entre as classes pobres para a defesa de seus interesses e reclamos, o espírito de desassossego, tumulto e matança; a disseminação mundial dos mesmos ensinos que ocasionaram a Revolução Francesa — tudo propende a envolver o mundo inteiro em uma luta semelhante àquela que convulsionou a França. {Ed 228.2}

Tais são as influências a serem enfrentadas pelos jovens hoje. Para ficar em pé em meio de tais convulsões, devem hoje lançar os fundamentos do caráter. (EGW, Educação. 228.).

Em outro texto da mesma escritora encontramos:

O bulício e a confusão que enchem essas cidades, as condições que nelas criam as uniões trabalhistas e as greves, tornar-se-ão grande desvantagem para a nossa obra. Buscam os homens conseguir que os elementos empenhados em diferentes profissões se filiem a certas uniões. Esse não é o plano de Deus, mas dum poder que não devemos jamais reconhecer. A Palavra de Deus se está cumprindo; estão-se os ímpios ajuntando em molhos, prontos para serem queimados.

Vivemos em meio de uma epidemia de crime, diante da qual ficam preocupados os homens pensantes e tementes a Deus em toda parte. A corrupção que predomina está além da descrição da pena humana. Cada dia traz novas revelações de conflitos políticos, de subornos e fraudes. Cada dia traz seu doloroso registro de violência e ilegalidade, de indiferença aos sofrimentos do próximo, de brutal e diabólica destruição de vida humana. Cada dia testifica do aumento da loucura, do assassínio, do suicídio. Quem pode duvidar que agentes satânicos se achem em operação entre os homens, numa atividade crescente, para perturbar e corromper a mente, contaminar e destruir o corpo? (Conselhos para Saúde, 25 - EGW)

Outro exemplo: Nunca devemos esquecer como os judeus receberam a Jesus. Eles queriam uma libertação de um império opressor para serem dirigidos por um rei nesta terra, satisfazendo os seus interesses de forma que os tornasse uma nação livre. Mas o que Deus prometeu foi um libertador do pecado, da sentença de morte eterna, que daria uma paz interior superior à falsa esperança terrena, que voltaria e reinaria eternamente; por não crerem, os judeus foram rejeitados. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá.” João 14:27. Estas são as palavras de Jesus Cristo: “Meu Reino não é deste mundo...” E, “ Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim...Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”


Aconteça o que acontecer neste mundo a promessa de Cristo se cumprirá. No caso dos Judeus, não seguiram os conselhos de Cristo e viram Roma destruir Jerusalém, no ano 70 d.C., com cerca de 1 milhão de mortos, segundo Flávio Josefo (historiador do primeiro século e testemunha ocular do massacre). Há uma esperança genuína que muitos não compreendem e sofrem com o engano e a manipulação. Quando seguidores de Jesus se misturam em atividades populares embebidos com falsas esperanças de mudança, perdem de vista a Sua promessa, e não estão diferentes aos judeus do passado. Mas o Mestre disse “cuidado pra que ninguém vos engane” Mat. 24:3.

Sem margem para erro, o Senhor encoraja a todos que desejam um Reino superior a confiar nEle, depositando sobre Jesus não apenas suas ansiedades e tristezas, mas a sua confiança. Este mundo só ficará pior. Sob uma falsa promessa de paz não verá soluções por suas próprias forças. A História tem provado isso, e a Bíblia diz “ Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 1 Tess. 5:3.
                                                                                                                                            
Outras fontes:
Voltaire. Info Pensador. Página visitada em 3 de fevereiro de 2012.
 A Revolução Francesa. História do Mundo - Educa Terra, Terra.com.br. Página visitada em 2 de maio de 2011.
SOUZA, Osvaldo Rodrigues de. História Geral São Paulo: Editora Ática, 1990. ISBN 85-08-02735-5
Bíblia Sagrada

JOSEFO, Flávio – The war of th Jews.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Após 2 dias no fundo do mar, homem é achado vivo em banheiro de navio

Harrison Okene estava em barco que afundou na costa da Nigéria.
'Ouvia os peixes comendo os corpos que boiavam ao meu lado', conta.


Harrison Okene, de 29 anos, estava no fundo do mar, dentro de um banheiro de um navio rebocador, quando foi encontrado por mergulhadores. Okene passou mais de 60 horas respirando graças a uma bolha de ar que se formou ali na hora do naufrágio, no dia 26 de maio, a 30 quilômetros da costa da Nigéria. Okene tinha certeza de que ia morrer.
O cozinheiro de  29 anos estava dentro do rebocador "Jascon-4" quando chuvas fortes atingiram o navio no oceano Atlântico. Das 12 pessoas a bordo, só ele foi encontrado com vida.
"Eu estava lá na água em total escuridão e tinha certeza de que era o fim. Fiquei pensando que a água ia encher a sala, mas isso não aconteceu", disse o rapaz, que contou também que partes da sua pele estavam descascando após dias de imersão na água salgada.
"Eu estava com muita fome, mas, principalmente, com muita sede. A água salgada tirou a pele da minha boca", disse ele.
Às 4h50, Okene diz que estava no banheiro quando percebeu que o rebocador estava começando a virar. Como a água entrou e o navio virou, ele forçou a porta de metal.
"Três rapazes estavam na minha frente e de repente a água entrou muito forte. Vi o primeiro, o segundo, o terceiro apenas sendo levados. Eu sabia que esses caras já estariam mortos”, disse ele à Reuters.
O que ele não sabia era que ele iria passar os próximos dois dias e meio preso no fundo do mar rezando para que ele fosse encontrado.
Para ser resgatado, Okene foi arrastado ao longo de uma estreita passagem entre o banheiro e o quarto. Para a surpresa dos mergulhadores, ele ainda estava respirando.
Peixes comendo cadáveres
Okene, vestindo apenas cueca, sobreviveu a cerca de um dia no pequeno banheiro, segurando a bacia virada para manter a cabeça fora da água, que só enchia uma parte do cômodo, permitindo com que o rapaz respirasse.

Ele sentiu que ele não estava sozinho na escuridão. "Estava muito, muito frio e estava muito escuro. Eu não conseguia ver nada", diz Okene.
"Mas eu podia perceber que os corpos da minha tripulação estavam nas proximidades. E eu podia sentir o cheiro deles. Vieram os peixes e começaram a comer os corpos. Eu podia ouvir o som. Foi um horror."
Okene não sabia que uma equipe de mergulhadores enviada pela Chevron e pelos proprietários do navio, a Ventures África Ocidental, estava à procura de membros da tripulação.
Na tarde de 28 de maio, Okene ouviu um som estranho. "Ouvi um martelo batendo no navio. Bum, bum, bum! Nadei para baixo e encontrei um dispensador de água. Puxei o filtro de água e martelei o lado do navio esperando que alguém me ouvisse. Então, o mergulhador me ouviu."
Os mergulhadores invadiram o navio, e Okene viu a luz de uma lanterna, presa à cabeça de alguém que nadava em sua direção.
"Quando eu comecei a acenar, ele ficou chocado”,  disse Okene. Ele pensou que estava no fundo do mar, embora a empresa afirme que a profundidade era de 30 metros.
A equipe de mergulho colocou em Okene uma máscara de oxigênio, roupas de mergulhador e um capacete para que ele conseguisse chegar à superfície, mais de 60 horas depois de o navio ter afundado.
O cozinheiro descreve a sua extraordinária história de sobrevivência como um "milagre", mas a memória de seu tempo na escuridão ainda o assombra, e ele não tem certeza se um dia voltará para o mar.
"Quando estou em casa, às vezes parece que a cama em que eu estou dormindo está afundando. Acho que ainda estou no mar novamente", diz Okene, balançando a cabeça.
"Eu não sei o que impediu a água de encher o cômodo. Eu só fiquei chamando por Deus. Ele me protegeu. Foi um milagre."

domingo, 9 de junho de 2013

Estudo recombinação genética desafia Evolução Humana-Chimpamzé

por Jeffrey Tomkins, Ph.D. *


Os resultados de um estudo recente em genética humana e do chimpanzé tem feito naufragar uma outra hipótese darwiniana.¹  A recombinação genética é um dos principais eventos que ocorrem durante a produção de ovos e espermatozóides, e os cientistas seculares há muito tempo têm pensado ser isso um dos principais motores da evolução humana e do macaco 
Quando as células do esperma e ovos são formadas em seres humanos e vários animais, o processo de meiose gera variação genética. Por exemplo, uma vez que os seres humanos têm dois conjuntos de cromossomos, quando aquelas semelhantes (ou seja, a irmã cromátides)-um par de sua mãe e um par do pai se unem na célula, eles passam por uma troca controlada de segmentos de DNA (mantendo a mesma ordem linear de segmentos). Esta é uma razão pela qual os filhos de dois pais são sempre geneticamente únicos, com exceção de gêmeos idênticos, quando o óvulo fertilizado se divide em dois embriões idênticos. Este processo de troca de segmentos de DNA através de cromátides irmãs é chamado de recombinação genética ou homólogos e não ocorre de forma aleatória em todo o genoma, mas na maioria das vezes ocorre em áreas chamadas de "pontos quentes". 2
Evolucionistas têm especulado há anos que a recombinação genética é um dos principais mecanismos de geração de mutações e resulta em novos genes e sequências de DNA reguladoras. Eles afirmam que este processo facilita uma espécie de mudança mística evolutiva e um mecanismo de embaralhamento.
O problema com esta ideia é o fato de que a recombinação genética está agora a ser mostrada como um processo celular altamente regulado e controlado. É limitado a pontos quentes específicos e dirigidos longe das principais peças reguladoras do genoma que são críticos para a regulação gênica. 3,4 A menos que algo der errado com o processo, a recombinação normalmente permite variações nas características não-vitais, protegendo os processos do núcleo celular. Se este processo não foi precisamente organizado e habilmente controlado, graves danos ao genoma resultaria e a reprodução sexual não seria possível.
Um estudo recente, publicado na revista Molecular Biology and Evolution , avaliou várias regiões dos genomas de chimpanzés e humanos para a frequência de recombinação genética por determinação da variabilidade do DNA (diferenças) em grandes populações de ambos os seres humanos e chimpanzés. 1 Os pesquisadores descobriram que a recombinação genética níveis eram muito superiores em regiões do genoma entre seres humanos e chimpanzés, onde identidade de sequência foi mais elevada. Nas regiões baixas de similaridade de DNA, que ocorrem como diferenças na ordem dos genes, o conteúdo de genes e outras sequências de DNA principais, diferentes taxas de recombinação foram muito mais baixas.
Curiosamente, os autores também procuraram as sequências de DNA entre humanos e chimpanzés para as seções que foram "viradas" em sua orientação, chamada de inversões. Grandes inversões, uma vez que elas ocorrem em uma espécie e se elas são toleradas, irão parar de recombinar. No entanto, os pesquisadores descobriram que as sequências invertidas representaram muito poucas diferenças entre as regiões que examinaram. 
Estes resultados são o oposto do que os evolucionistas esperam. De acordo com o raciocínio evolutivo, as áreas cromossômicas entre humanos e chimpanzés que foram as mais diferente deveria ter altos níveis de recombinação genética que ajudariam a explicar por que eles eram tão diferentes. Mas estas áreas cromossômicas que eram os mais diferentes entre humanos e chimpanzés tiveram os níveis mais baixos!
Mais recombinação é igual a mais diferenças evolutivas certo? Aparentemente, não!
Mais uma vez, os novos dados científicos negaram uma hipótese evolutiva de destaque. Embora este estudo não confirme as previsões hipotéticas de evolução, reivindica o fato bem estabelecido de que a recombinação genética é altamente regulada, e apresentam bioengenharia complexa que ajuda a criar variabilidade  apenas nas áreas do direito do genoma.
Outra pesquisa recente mostrou que os genomas humanos e dos chimpanzés são radicalmente diferentes. 5 E agora este novo estudo demonstrou que essas diferenças não são devido a uma mistura evolutiva mítica e processo de embaralhamento associado com a recombinação genética, mas porque os seres humanos e chimpanzés foram criados separadamente e com exclusividade.
Referências

  1. Referencias
    1. Farré, M. et al. 2013. Recombination Rates and Genomic Shuffling in Human and Chimpanzee—A New Twist in the Chromosomal Speciation TheoryMolecular Biology and Evolution. 30 (4): 853-864.
    2. Smagulova, F. et al. 2011. Genome-wide analysis reveals novel molecular features of mouse recombination hotspots. Nature. 472 (7343): 375–378.
    3. Tomkins, J. 2012. Gene Control Regions Are Protected--Negating Evolution. Posted on icr.org June 11, 2102, accessed May 17, 2013. 
    4. Brick, K. et al. 2012. Genetic recombination is directed away from functional genomic elements in miceNature. 485 (7400): 642-645. 
    5. Tomkins, J. 2013. Comprehensive Analysis of Chimpanzee and Human Chromosomes Reveals Average DNA Similarity of 70%.Answers Research Journal. 6 (2013): 63-69.
    * Dr. Tomkins is Research Associate at the Institute for Creation Research and received his Ph.D. in Genetics from Clemson University.
    Fonte: http://www.icr.org - Artigo postado em 31 de Maio, 2013.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Conhecida no Brasil e em muitos países por ter namorado o craque de futebol Ronaldo Nazário, Viviane Brunieri, hoje missionária evangélica, usa sua experiência de vida como exemplo de superação para pregar e ensinar jovens atletas a não se envolverem com as chamadas marias-chuteiras. Em entrevista exclusiva para o G1, a ex-Ronaldinha conta como se envolveu com drogas, prostituição, com a máfia japonesa e o mundo dos filmes adultos, esse último por dinheiro e vingança. Apesar de ter nascido em Jundiaí (SP), Viviane passou a maior parte da infância e adolescência em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Nessa época, competia como atleta de bodyboarding e participava de concursos de beleza, até que foi para o Japão, aos 15 anos, reencontrar a mãe que não via havia cinco. “Meu maior sonho era ficar perto da minha mãe e continuar a carreira de surfista, o que aconteceu no início. Competi por vários estados e fui para outros países. Mas em menos de um ano o diabo roubou vários dos meus sonhos. Em pouco tempo, eu já estava trabalhando na noite, em um karaokê, como recepcionista”, relata.

Viviane explica que foi nessa época que teve sua primeira experiência com a prostituição, aos 16 anos. “Quando eu digo prostituta, algumas pessoas se escandalizam, mas não tem outra palavra. Alguns falam acompanhante, garçonete, mas recepcionista, que trabalha em karaokê no Japão, não vive do salário, apesar de ser remunerada para limpar as mesas, servir e conversar com os clientes. Quando uma mulher se submete a trabalhar na noite, não é para ser garçonete. É já na esperança de encontrar um cliente que vai bancar, realizar seus sonhos. Eu nunca falei com detalhes, mas sinto que é hora de falar. Um cliente me convidou para fazer um passeio em uma praia, em um iate que ele tinha. Eu fui para essa viagem. O fetiche dele era tirar fotografias minhas, mas não parou nas fotos. Nós não tivemos a relação em si, mas teve sexo oral. E ali, para mim, foi muito forte, como se todos os sonhos fossem roubados. Você dorme de um jeito e acorda de outro. Eu não sou mais aquela menina. Ele me pagou 10 mil dólares”, lembra.

Foi no Japão que a ex-modelo ganhou mais dinheiro. “Eu mudei. Achei que não tinha mais jeito e incorporei a prostituta. E como eu sempre quis fazer tudo com excelência, me tornei a mais requisitada de Nagoya. Fui conquistando clientes, pessoas famosas e presidentes de multinacionais. Em pouco tempo, abri a minha própria casa, a Garota de Ipanema, com proteção de um grupo da Yakuza, a máfia japonesa”, conta.

Também foi nessa fase, dos 16 aos 18 anos, que Viviane conheceu as drogas e fez o primeiro aborto. “Eu já bebia bastante para aguentar os programas. Então conheci uma droga muito usada no Japão, a metanfetamina, que inibe o apetite e acelera o metabolismo. Experimentei todas as drogas, mas essa era a que mais usava. Em nenhum programa eu estava de cara limpa, sempre drogada. Nessa época, fiz o meu primeiro aborto, por conta do relacionamento com um integrante famoso da Yakuza. Isso mexeu muito comigo. Depois, aos 18 anos, tive meu primeiro relacionamento com uma mulher, uma filipina. Vivemos juntas por um ano”, diz.

Durante uma viagem ao país natal da companheira, Viviane decidiu passar um mês no Brasil. Foi quando conheceu Ronaldo. “Era muita droga. Eu queria dar um tempo. Eu cheguei em fevereiro, na época do Carnaval, fui para Peruíbe e depois para o Rio de Janeiro, tentar fazer um curso de teatro, achando que poderia sair dessa vida. Fui com meu irmão mais velho e fiquei em um flat na Barra. O Ronaldo estava nesse flat fazendo fisioterapia. Na época ele jogava no PSV. Se eu visse o Ronaldo não saberia quem ele era, não conhecia. Foi meu irmão, que também era jogador, quem me disse e na hora eu pensei: dinheiro eu tenho, bonita eu sou, mas preciso de fama. Lembrei de algumas famosas, que continuam na mídia por terem namorado famosos, era o que eu precisava. Foi tudo premeditado. Meu irmão disse que ele já estava de olho em mim, nos viu na piscina, perguntou se a gente era namorado e nos convidou para ir em um pagode. Em menos de um semana a gente já estava namorando. Isso foi em 1996”, lembra.

Viviane conta que o relacionamento com o craque foi rápido e durou apenas 10 meses. “Eu fui morar com ele na Holanda. Nós estávamos bem, eu estava renovando o meu passaporte para ir para a Olimpíada de Atlanta com ele. Mas eu queria voltar para o Japão, precisava fechar a casa noturna e resolver um monte de coisas, acabar aquela vida. Os empresários dele começaram a pressionar, queriam saber como uma menina tão nova tinha relógio rolex, apartamento duplex e carro importado. O Ronaldo achava que eu era modelo, que o dinheiro vinha desse trabalho. Um dia, bebendo, eu falei tudo para ele, da casa noturna, do relacionamento com outra mulher, e foi aí o término”, lembra.

Com o fim do relacionamento, Viviane foi para o Japão, finalizou tudo e retornou para o Rio. Foi quando conheceu Nádia, também ex-namorada de Ronaldo, e surgiu a ideia das Ronaldinhas. “A princípio, queríamos montar um programa de futebol. Nós gravamos um piloto e levamos a vários lugares, até que surgiu o convite para posarmos juntas na Playboy. O nome Ronaldinhas foi ideia de um fotógrafo. Fomos capa em 13 países e então veio a dupla musical, em 1998. Esse ano eu não precisei sair com nenhum homem. Tive minha independência financeira com meu trabalho artístico. Foi assim até o ano 2000, quando veio a morte do meu pai e me vi sem chão”, recorda.

Viviane conta que foi nesse momento que teve o primeiro contato com a religião evangélica. “Deus usou uma moça para dizer tudo o que eu precisava ouvir. Comecei a caminhar com Cristo, entendi a morte do meu pai e passei a renunciar algumas coisas. Em 2002, fui trabalhar na Copa como repórter de uma emissora japonesa. Reencontrei um ex-namorado e engravidei do meu primeiro filho, depois de três abortos e um ovário retirado. Também voltei a encontrar o Ronaldo e entrevistei ele. Isso gerou muita polêmica, acharam que eu poderia estar grávida dele, mas não estava. Ele era casado com a Milene na época, que é muito minha amiga, até hoje”, conta.

Depois da Copa, Viviane voltou para o Brasil, mas, em 2005, acabou retornando para o país asiático, após deixar um trabalho. “Eu ainda estava em processo de conversão, mas esbarrava na questão financeira. Achava que dava para conciliar, mas aos poucos entendi que não. Pedi as contas, fui para Peruíbe e depois levei meu filho para o Japão, para conhecer os avós paternos. Eu achava que ia conseguir, que estava firme, ia procurar uma igreja próxima, mas em menos de 24 horas eu já estava bebendo e me drogando novamente. Foi muito rápido, me afundei de novo. Conheci o pai da minha filha, que era DJ. Engravidei de gêmeas, mas só uma menina nasceu”, relata.

Depois de três anos no Japão, veio o convite para fazer filmes pornográficos no Brasil. “Foi a questão financeira que chamou a atenção. Seria, no mínimo, R$ 500 mil. Era a oportunidade que eu esperava para ir embora do Japão. Quando o produtor mandou a minuta, eram cinco cenas. A negociação durou 40 dias. Exigi carro importado e apartamento. Eles aceitaram. Fui para o Brasil e um mês depois comecei a gravar. Mas foi muito difícil. Por mais que eu tivesse me prostituído, era camuflado. Agora seria para todos, e para sempre. A primeira cena foi em São Paulo, mas eu chorei tanto que não foi aproveitada”, lamenta.

A última cena, onde Viviane contracena com vários atores ao mesmo tempo, foi ideia dela. “Quem sugeriu fui eu. Estava muito louca e fiz por vingança. Eu queria atingir algumas pessoas em um momento de muita revolta. Em todas as gravações eu estava muito louca, cheirada. Dediquei essa cena para algumas pessoas em uma rede social na internet”, revela.

Depois dos filmes, Viviane voltou a se prostituir, mas dessa vez no Brasil. “Eu passei a fazer programas, como são conhecidos aqui. Eu fazia apresentações em casas noturnas, presenças,stripteases, ficava dois a três dias nas cidades e sempre fazia os programas, nunca de cara limpa. Durou um ano, até que, em fevereiro de 2009, em Joinville (SC), fiz show em uma casa noturna e um empresário da cidade quis fazer programa com a Ronaldinha. Eu acordei de madrugada, em um quarto de motel, sozinha e nua. Quando eu olhei na cabeceira, tinha um bolo de dinheiro, uns R$ 5 mil, e preservativos no chão. Fiquei desesperada, não lembrava com quem eu tinha ido, com quantos homens, o que tinha feito. O meu produtor disse que eu estava louca, que ninguém me segurava. Depois desse dia, procurei o meu pastor, uma médica e acabei ficando um mês internada. Foi quando aconteceu minha conversão definitiva”, lembra.

Desde então, a ex-Ronaldinha passou a usar as experiências pelas quais passou para evangelizar e pregar em igrejas da Baixada Santista e de todo o país. O dinheiro que ganhou foi investido em obras de caridade e projetos ligados a jovens atletas. “Primeiro surgiu o Resgatando Vidas, em Peruíbe, onde trabalhava na recuperação de moradores de rua, até 2011. Hoje tenho uma parceria com a Escola de Formação para o Futebol Profissional (EFAF-PRO), que atua com atletas pré-adolescentes e adolescentes. Fazemos peneiras por todo o Brasil, é um centro de treinamento, minha parte é evangelizar, pregar e até batizar”, descreve.

Por ter namorado o Ronaldo, Viviane fala com os meninos com propriedade sobre a tentação das chamadas marias-chuteiras. “Essas mulheres, como eu fui, são usadas para enganar, engravidar. Eu passo isso para os jogadores, falo que tudo tem um tempo, para eles não se anteciparem, não irem para baladas, não beberem. Se eles se esforçarem para conhecer a palavra de Deus, dificilmente serão enganados”, explica.

Apesar de convertida, Viviane afirma que é constantemente tentada a voltar à antiga vida. “A libertação é diária, sempre existe o temor de uma recaída. Até 2011, eu ainda recebia propostas para gravar cenas que não tinha feito. Fora empresários ligando para ir a festas. Uma coisa é você recusar R$ 300 mil quando tem R$ 1 milhão na conta, outra é recusar não tendo dinheiro para comprar o leite para a filha, como aconteceu comigo. Mas eu resisti”, conta.

Prestes a lançar um DVD onde contará sua história, hoje Viviane Brunieri não tem medo da exposição e fala sobre tudo. “O meu filho sabe que eu fui prostituta, que fiz filme pornô. Foi difícil a minha primeira conversa, mas hoje ele entende. Sempre quis me tornar uma pessoa pública, a exposição não me incomoda. Eu fiquei dois anos sem ver televisão ou internet, um dia, em uma livraria evangélica, li os comentários abaixo de uma pregação minha. Algumas pessoas me chamavam de vagabunda. Fui mesmo, mas hoje sou uma nova criatura. Mas fiquei muito chateada quando falaram dos meus filhos. Hoje, como missionária, não só leio como respondo. Foi por Deus que eu consegui me livrar de todo o mal que estava sobre minha vida. E através de mim, várias garotas de programa têm se convertido. Também digo para os jovens que não se iludam com o mundo da pornografia. Não vai abrir portas, só a do cemitério. Sei que eu incomodo, mas o que tenho a dizer é que não posso me calar. Ser cristão é muito mais do que frequentar uma igreja, vem de dentro para fora. Eu vivi no meio de gente que tem milhões, mas nada traz essa paz”, conclui.


Nota: É mais uma história trágica que revela parte do “grande conflito” envolvendo uma vida atormentada e, finalmente, libertada. Viviane é como toda pessoa neste planeta, apenas o tipo de luta é que muda. Entregue ao mal, o pecado foi ganhando proporções terríveis na vida dela, como um câncer agressivo que se alastra mais e mais. E é assim que o pecado atua: uma vez que cedemos, o passo seguinte para o fundo do poço acaba se tornando mais fácil. Note o que ela revela na entrevista: (1) quando se envolveu sexualmente com um homem, num relacionamento sem sentido, foi como se os sonhos dela tivessem sido roubados; daí para uma vida promíscua foi um "pulo"; (2) quando fez o primeiro aborto, isso mexeu com ela; (3) o relacionamento com o jogador foi premeditado e visava à fama; (4) quando conseguiu dinheiro, ela ficou um ano sem sair com homens; (5) a morte do pai fez com que ela “perdesse o chão”; (6) ao reincidir no pecado, ela fez três abortos; (7) quando gravou a primeira cena de um filme pornográfico, ela chorou muito; (8) para se prostituir e filmar, ela precisava se drogar; (9) ela admite que somente a Palavra de Deus liberta e que a luta para vencer o pecado é diária; (10) como conhecedora do meio, ela diz que pornografia é uma ilusão que leva à morte; (11) e, finalmente, afirma que dinheiro, fama e prazer ilícito (“nada”) traz paz. Do testemunho dela, concluo: (1) por mais que a mídia promova o tal do sexo casual, as múltiplas experiências, etc., isso destrói os sonhos e a felicidade e conduz à promiscuidade, com todos os riscos (físicos, emocionais e espirituais) inerentes; (2) por mais que se promova o aborto como algo corriqueiro, um direito da mulher, etc., aquelas que o praticam ficam marcadas para sempre; (3) quem busca fama, dinheiro e prazer pelo prazer, dificilmente encontra o amor; (4) se a prostituição fosse prazerosa, quando conseguiu dinheiro, ela não teria ficado um ano sem sair com homens; (5) frequentemente, é em momentos de perda que as pessoas “acordam para a vida”, e Deus permite que isso aconteça e usa isso para chamar a atenção de Seus filhos perdidos; (6) a segurança do pecador está em não soltar a mão do Pai; (7) pornografia destrói os sentimentos de quem a produz e de quem a consome; (8) pornografia e drogas combinam, pois ambas entorpecem e destroem; (9) quem se envolve com drogas (seja de qual tipo for) precisa de libertação diária, pois a luta será constante; precisa fugir dos fatores de tentação e viver em comunhão íntima com Deus; (10) quem consome pornografia vai se sentir menos atraído para o sexo real e será envolvido pela ilusão; além disso, uma vez rendido a esse vício, sempre vai querer “doses” maiores e mais intensas para se satisfazer; (11) o prazer verdadeiro só existe quando vivemos de acordo com os planos de Deus. Faça suas escolhas com sabedoria e aprenda pelo exemplo de outros. Deus vai ajudá-lo(a).[MB]

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

As 15 perguntas que os evolucionistas mais temem

1. Como a vida surgiu? O evolucionista Paul Davies admitiu: “Ninguém sabe como uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula” (Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003). Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse: “Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta” (PBS Nova interview, How Did Life Begin?, July 1, 2004). Por menor que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do Universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do Universo, nem uma única proteína funcional se formaria. Então, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?

2. Como surgiu o código genético? Código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras em que o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras – tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixels na tela). Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de designinteligente? Como o sistema de código do DNA surgiu sem ser obra de design inteligente?

3. Como as mutações – acidentes na cópia (“letras” do DNA trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc.) – geraram os enormes volumes de informação de DNA nos sistemas biológicos? Como esses erros poderiam gerar três bilhões de letras de informação DNA de modo a transformar um micróbio em um microbiólogo? Há informação para construir proteínas, mas também para controlar seu uso – assim como um livro de culinária possui os ingredientes, mas também a forma como usá-los. Um sem o outro não serve para nada. As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de mil doenças, como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como a mistura de informação existente no DNA poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nanomáquinas biológicas?


4. Por que seleção natural, um princípio sugerido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como “evolução”, como se isso explicasse a origem e a diversidade da vida? Por definição, a seleção natural (SN) é um processo seletivo (que “escolhe” entre a informação genética já existente) e, como tal, não se trata de um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam certo tipo de criaturas para que vivam num ecossistema específico), mas não explica a origem dos mais aptos. A morte de formas de vida mal adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos mais bem adaptados não explicam a origem das características que tornam um organismo mais bem ajustado a um meio ambiente.



5. Como se originaram as novas reações bioquímicas, que envolvem múltiplas enzimas operando em sincronia? Para funcionar, todas as reações químicas (bem como as nanomáquinas) requerem múltiplos componentes “proteína + enzima”. Como é que acidentes fortuitos teriam criado apenas uma das tais estruturas? O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu: “Temos que admitir que atualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas” (Franklin M. Harold [emeritus biochemistry Colorado State University], The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205). Por que as escolas públicas – pagas por todos – escondem esse tipo de declarações?



6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados? Como os evolucionistas sabem que eles não foram? O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu: “A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projetadas [criadas] com um propósito” (Richard Dawkins, The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986). Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (co-descobridor da estrutura de dupla hélice do DNA), escreveu: “Os biólogos têm que se lembrar constantemente de que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu” (Francis Crick, “What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery”, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.) O problema para os evolucionistas é que os seres vivos revelam muito design. Quem levanta objeções a um arqueólogo quando ele declara que certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente? No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente. Por que as origens da biosfera se devem restringir apenas e somente a causas que estejam de acordo com a versão atual do naturalismo?
7. Como vida multicelular surgiu? Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual “aprenderam” a cooperar para formar plantas e animais complexos?

8. Como o sexo surgiu? A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexuada. Dada essa situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser selecionada? Como as forças da física e da química conseguiram, ao mesmo tempo e na mesma área geográfica, “inventar” o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não inteligentes não conseguem planejar futura coordenação entre macho e fêmea.

9. Por que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta?Darwin ressalvou o problema, mas ele ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares se baseiam na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu: “A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia” (Stephen Jay Gould, “Evolution’s erratic pace”, Natural History 86[5]14, May 1977). Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo.

10. Como os “fósseis vivos” permanecem essencialmente da mesma forma durante os supostos “milhões de anos”, se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período? O evolucionista Gould escreveu: “A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo” (S. J. Gould and N. Eldredge, “Punctuated equilibrium comes of age”, Nature 366:223–224, 1993). Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?

11. Como a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade? Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida – se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?


12. Por que os evolucionistas toleram histórias da carochinha? Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de “explicar” uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr. Philip Skell escreveu: “As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a seleção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos, exceto – exceto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou a seleção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar sua semente – exceto quando a seleção prefere homens que são protetores fiéis. Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-la empiricamente – muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas” (P. S. Skell, “Why do we invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology”, The Scientist 19[16]:10, 2005). Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerá-la uma teoria “científica”?
13. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução? Dr. Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard, diz: “De fato, durante os últimos cem anos, praticamente toda a biologia progrediu independentemente da teoria da evolução, exceto a própria biologia evolucionária. A Biologia Molecular, a Bioquímica e a Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução” (citado no “Boston Globe”, 23 de outubro 2005). O Dr. Skell escreveu: “É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida – e não especulações sobre a forma como elas surgiram há milhões de anos – que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores” (P. S. Skell, “The dangers of overselling evolution, Forbes magazine, 23 de fevereiro de 2009). Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Por que, então, as escolas e as universidades ensinam o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo da biologia experimental que tanto tem beneficiado a humanidade?

14. Ciência envolve experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Por que a evolução, uma “teoria” sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que ciência operacional? Não podemos experimentar – ou observar – o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Dawkins disse: “A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava ocorrendo” (pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html, 3 de dezembro de 2004). Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que supostamente ocorreu no passado?


15. Por que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças que falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência? Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse: “O darwinismo não é ciência testável, mas, sim, um programa metafísico [religioso] de pesquisa” (K. Popper, Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976). Michael Ruse, fervoroso evolucionista, declarou: “A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência. A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade. Sou um ardente evolucionista e um ex-cristão, mas tenho que admitir que nessa queixa – e o sr. [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão corretos. A evolução é uma religião. Isso foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje” (Michael Ruse, “Saving darwinism from the darwinians”, National Post [May 13, 2000).